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Aprendiz de campeão espera aumentar seu conhecimento e colher bons resultados com o “Alemão”, em sua primeira temporada sob o comando do maior campeão do automobilismo brasileiro.
Na abertura da temporada 2008 da Copa Nextel Stock Car, o automobilismo brasileiro foi surpreendido pelo anuncio do veterano Ingo Hoffmann (AMG Motorsport) de que iria se aposentar da pilotagem na categoria onde foi 12 vezes campeão. A promessa será cumprida. O maior vencedor vai fazer a sua última corrida pela Stock Car neste domingo (07/12), em São Paulo (SP).
Naquele mesmo final de semana, um novato comentava que “O ‘véio’ está sempre surpreendendo. Eu acredito que ele tem condições de continuar competitivo na Stock Car pelo menos por mais uns três anos. Ter esta experiência de correr ao lado dele na Stock Car será muito importante para mim. Tenho que aprender rápido sobre este carro e dividir a pista com este vencedor é o melhor caminho para encurtar meu aprendizado. Tenho pelo menos este ano para mostrar que sou um bom aluno e tentar atrapalhar a vida do ‘Alemão’ nas corridas”.
Promessa cumprida, Átila Abreu (Joy Kidswear/OTG/Colonial Rodas/Roca Cestas Básicas/Banco BMG) em sua primeira temporada completa na Stock Car, e com 21 anos de idade, já se classificou para o playoff, quando apenas os dez pilotos com mais pontos disputam o título da principal categoria do automobilismo brasileiro. E melhor do que isso, realmente disputou freadas e curvas com Ingo Hoffmann, mostrou que é um bom aprendiz, e teve o reconhecimento do ‘Alemão’. Em 2009 o ‘Meninão da Stock Car’ vai ser comandado pelo diretor esportivo e comercial da HRT - Hoffmann Racing Team – na equipe AMG Motorsport, chefiada pelo preparador Maurício Matos.
“O Átila é um piloto muito rápido e também com experiência internacional”, disse Ingo. “Dentro da minha nova proposta de formar pilotos, buscamos jovens, rápidos, comprometidos, que saibam representar nossos patrocinadores. Tanto o Lico Kaesemodel como o Átila têm esse perfil e um tremendo potencial de crescerem com a gente por muitos anos. Estamos muito felizes com a formação do nosso time”, completou Hoffmann.
O anúncio desta parceria é a confirmação do talento e esforço do jovem Átila na categoria mais competitiva do Brasil. “Estou muito lisonjeado pela confiança que o Ingo está depositando em mim. Poucos tiveram oportunidade de competir contra o seu ídolo, e depois receber toda a orientação desportiva e técnica de um grande campeão. Posso dizer que sou um privilegiado, pois após um ano na categoria, sei que terei o suporte e condições para alçar vôos bem maiores dentro da Stock Car, com todo o suporte da equipe AMG”, opina.
Encerrando nesta prova a sua parceria com a JF Racing, Átila Abreu só tem motivos para agradecer ao profissionalismo, parceria e bom clima que encontrou em sua experiência com a equipe baseada na região serrana do Rio de Janeiro. “A JF Racing é uma equipe muito profissional, que me deu suporte e orientações durante a temporada, e os resultados que eu e meu parceiro Giuliano Losacco conquistamos mostram isso. O Jorginho Freitas é muito experiente, competente, e todos do time são muito motivados e têm uma energia legal. Sei que terei uma segunda casa em Petrópolis, e muitos amigos em cada uma das corridas em que vamos nos encontrar novamente”, observou o piloto Joy Kidswear/OTG/Colonial Rodas/Roca Cestas Básicas/Banco BMG.
Visite: www.atila-abreu.com e www.atila-abreu.com.br
MasterMidia Marketing Ltda
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A Delphi foi eleita a melhor Sistemista do setor automotivo brasileiro, conquistando o “Prêmio AutoData 2008”. Depois de receber o título de “Melhores do Setor Automotivo 2008”, entregue pelos diretores e jornalistas da publicação, a Delphi foi eleita, por voto de leitores, a empresa que mais se destacou entre os sistemistas deste ano.
Reconhecida pelo público, a Delphi teve um ano repleto de conquistas, como o desenvolvimento do primeiro sistema MultiFuel® do mundo para motocicletas e o único sistema Diesel + Etanol para tratores. Além disso, a empresa alcançou resultados consideráveis em crescimento, investimento em novos produtos e expansão física.
“Este é o resultado do trabalho duro de todos os funcionários da Delphi na América do Sul. Nós estamos orgulhosos de sermos reconhecidos pelos leitores de AutoData e o prêmio nos incentiva a nos empenharmos ainda mais em 2009”, afirma Gábor Deák, Presidente da Delphi para América do Sul.
O Prêmio
O sistema de premiação possui duas partes: na primeira, um grupo de diretores, editores e jornalistas de AutoData elegem as quatro melhores empresas em 18 categorias. Estas são homenageadas com o prêmio “Melhores do Setor Automotivo 2008”. Na segunda parte, leitores e personalidades do setor automotivo escolhem a melhor empresa de cada categoria.
Sobre a Delphi
A Delphi é uma das líderes mundiais em tecnologia de eletrônica móvel, componentes e sistemas de transportes. Na América do Sul, conta com 12.500 funcionários em 12 fábricas: Itabirito (MG), Paraisópolis (MG), Jacutinga (MG), Espírito Santo do Pinhal (SP), Piracicaba (SP), Jambeiro (SP), Jaguariúna (SP), Cotia (SP), São José dos Pinhais (PR), Gravataí (RS), Porto Alegre (RS) e Terra do Fogo (Argentina). Há ainda 03 Centros Tecnológicos – São Caetano do Sul (SP) e Piracicaba (SP) – e 06 Centros de Aplicações – Jaguariúna (SP), Porto Alegre (RS), Jambeiro (SP) e Cotia (SP) e Buenos Aires (Argentina) –, além da matriz administrativa em São Caetano do Sul (SP). A Delphi Soluções em Produtos e Serviços (DPSS), divisão de aftermarket da Delphi, possui ainda Centros de Distribuição em Piracicaba e Cotia (SP).
Delphi Automotive Systems do Brasil
Marcel Dellabarba
Imprensa América do Sul
marcel.dellabarba@delphi.com
11 4234-9884
Juliana Sanchez
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11 4234-9458
Com novas categorias, a iniciativa consolida mais um ano de sucesso e entrega R$ 20 mil para cada ganhador e o reconhecimento para o melhor fornecedor da montadora.
A Ford e a Conservação Internacional (CI-Brasil) anunciam os ganhadores de mais uma edição do Prêmio Ford de Conservação Ambiental. Nesta 13ª edição, foram recebidas 138 inscrições dentre as cinco categorias que o compõem. Cada um dos ganhadores recebe um troféu e o prêmio no valor de R$20 mil – com exceção à categoria Fornecedor, que recebe o reconhecimento da montadora.
A grande vencedora na Conquista Individual foi a antropóloga Mary Helena Allegretti. Na categoria Negócios em Conservação o melhor foi o projeto Restauração Florestal e Aproveitamento Econômico, do Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal LERF/LCB/ESALQ/USP. O prêmio em Ciência e Formação de Recursos Humanos foi para o Instituto Terra, do renomado fotógrafo Sebastião Salgado. Nas novas categorias Meio Ambiente nas Escolas e Fornecedor os vencedores foram a Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho e a Magneti Marelli, respectivamente.
Todos os setores da sociedade estiveram representados nas categorias tradicionais do Prêmio pelas 22 instituições governamentais, 23 empresas, 16 entidades da sociedade civil organizada, além de 44 participantes que concorreram como pessoas físicas. Já na categoria Fornecedor, 33 empresas efetivaram suas inscrições.
“A divulgação e premiação destes trabalhos são maneiras que encontramos para mostrar publicamente a importância da preservação dos recursos naturais e ações que reduzam desperdícios, pensando nas próximas gerações. Por esse motivo, meio ambiente é uma das prioridades nas ações de responsabilidade socioambiental da Ford”, acrescentou o presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira.
Neste ano, o corpo de jurados foi composto por Adalberto Marcondes, jornalista e diretor do site Envolverde, Ana Rita Pereira Alves, diretora geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Andrée Rider, coordenadora geral do Instituto Supereco, Denise Rambaldi, secretária geral da Associação Mico-leão-dourado, e Eric Stoner, diretor de meio ambiente da USAID - United States Agency for International Development.
A análise do corpo de jurados foi baseada em critérios como replicabilidade, inovação, criatividade, consistência dos resultados obtidos e repercussão, tanto para a conservação do meio ambiente como para a melhoria da qualidade de vida das populações atingidas.
“Em algumas categorias a competição foi bem acirrada por conta do alto nível dos projetos inscritos, o que gerou um grande e rico debate para a decisão final. Esperamos que os vencedores sirvam de exemplo e fonte de inspiração para projetos e iniciativas ambientais por parte de novos investidores, públicos e privados, e também da sociedade civil”, comentou Roberto Brandão Cavalcanti, presidente da CI-Brasil.
O Prêmio Ford de Conservação Ambiental, realizado desde 1996, é considerado hoje um dos reconhecimentos mais importantes na área ambiental do Brasil. Ao longo destes treze anos, a iniciativa já premiou 60 personalidades e entidades dedicadas às causas ambientais, somando cerca de 1,7 mil projetos inscritos, vindos de todas as regiões do Brasil.
CONHEÇA CADA VENCEDOR
Prêmio Conquista Individual – A antropóloga Mary Helena Allegretti venceu pelo conjunto da sua obra, que envolveu a criação das Reservas Extrativistas, ao lado de Chico Mendes, possibilitando a transformação da relação dos seringueiros e populações tradicionais com a terra. Allegretti foi pioneira no atual modelo de proposição da RESEX e continua desenvolvendo diversos projetos socioambientais com empresas do setor privado. A antropóloga também lidera a participação da sociedade para a construção da agenda positiva da Amazônia, envolvendo diversos públicos em torno de alternativas sustentáveis contra o desmatamento. Mesmo após a morte de Chico Mendes, continuou articulando o crescimento da gestão dos trabalhos da Amazônia e de políticas públicas. A propriedade do seu trabalho foi o alicerce para muitas ações do movimento ambientalista.
Prêmio Negócios em Conservação - O grande vencedor foi o projeto Restauração Florestal e Aproveitamento Econômico do Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal LERF/LCB/ESALQ/USP, que tem o objetivo de restaurar florestas nativas de Mata Atlântica com o propósito de recuperar e conservar a biodiversidade regional. A conquista deveu-se à amplitude do trabalho, que acontece tanto em áreas de Reserva Legal como em áreas de baixa aptidão agrícola, e ao desenvolvimento de um serviço ambiental futuro de manejo florestal, restaurando a biodiversidade local e aferindo o retorno econômico. Além disso, o programa ainda atua na geração de empregos, renda e capacitação para os restauradores envolvidos no trabalho.
Prêmio Ciência e Formação de Recursos Humanos - O vencedor foi o Instituto Terra, do renomado fotógrafo Sebastião Salgado, com o projeto “Centro Avançado para Recuperação Ambiental e Desenvolvimento Rural Sustentável”. Criado em 2005, em Aimorés, na região do Vale do Rio Doce, o programa forma um novo profissional com práticas e consciência socioambientais, para atuar como técnico agroambiental (nível técnico) e auxiliar os agricultores familiares. O projeto foi eleito o melhor pelo envolvimento com a comunidade e, sobretudo, pela proposta responsável de tornar o conhecimento científico acessível a pessoas do campo, que muitas vezes não têm acesso ao estudo formal. O Centro também contribui para o social, pois possibilita uma melhoria de qualidade de vida a muitos jovens da região que não têm perspectivas educacionais e profissionais.
Prêmio Meio Ambiente nas Escolas - A Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho, em Campo Bom, RS, foi vitoriosa com o projeto “Conhecendo os Banhados”, que difunde para a comunidade local a importância da conservação do meio ambiente, em especial, em áreas de banhados. Criado em 2005, o projeto trabalha com mais de 600 alunos de educação infantil, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE - do ensino fundamental, Curso de Educação de Jovens e Adultos – EJA - e a comunidade em geral. Os participantes são orientados a preservar os banhados por meio de aulas teóricas e práticas, com material didático desenvolvido pela coordenação do programa. Também orientam sobre o destino correto do lixo orgânico, a confecção de sabão com óleo de cozinha usado, a produção de papel reciclado, a confecção de jogos de sensibilização, a organização de jardins e o plantio de árvores.
Prêmio Fornecedor – As ações em prol do meio ambiente adotadas em suas instalações fabris e o investimento em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias ambientalmente corretas deram o prêmio à Magneti Marelli. Um dos exemplos é o desenvolvimento de três tecnologias – SFS (Software Flexfuel Sensor), ECS (Ethanol Cold System) e o novo bico injetor PICO ECO – para a criação de uma nova geração de motores flexíveis que deve chegar ao mercado a partir de 2009. O Flex 3rd Generation possibilita a redução de até 5% do consumo de combustível, diminuindo a emissão de CO2 na mesma proporção, e de hidrocarbonetos em 15%, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente. Já no processo produtivo o destaque é o sistema de gerenciamento denominado World Class Manufacturing. Informatizado, ele permite redução dos custos por meio de uma metodologia que identifica as perdas visíveis e invisíveis no processo. Além disso, sua unidade fabril em Hortolândia possui captação da água da chuva para uso industrial. Essa água é reutilizada para consumo em sanitários. Existe, ainda, um sistema de iluminação natural e plantio de árvores ao redor do complexo industrial. Estas ações geram, por exemplo, redução de 15% no consumo de energia e diminuição de 20% no consumo de água.
Imprensa Ford
Modelo Chevrolet é o melhor neste quesito dentre os veículos disponíveis no Brasil e equipados com motores acima de 1.0 litro
O Chevrolet Corsa equipado com o consagrado e eficiente motor 1.4 Econo.Flex é o veículo mais econômico do Brasil dentre os modelos não populares (motores acima de 1.0 litro de capacidade volumétrica). E ele também superou inclusive alguns veículos nacionais com motores 1.0 litro, de acordo com a reportagem de capa da Revista Autoesporte, em sua edição de dezembro de 2008, com o título “11 Carros e um Tira-Teima: Qual é o mais econômico?”.
Os números de consumo foram divulgados após um longo teste de 850 quilômetros feito pela equipe da revista, que utilizou na medição 11 veículos das marcas que estão à venda no mercado brasileiro, em um percurso com predomínio de estradas da malha rodoviária do interior de São Paulo.
“Ficamos satisfeitos em saber que o Corsa 1.4 Econo.Flex se destacou neste comparativo, evidenciando os resultados positivos que as áreas de powertrain e engenharia da GM do Brasil têm obtido no desafio de desenvolver veículos cada vez mais econômicos aos consumidores brasileiros”, destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
Corsa 1.4, o mais econômico
Durante o teste de consumo, o Corsa 1.4 obteve uma média de 14,6 quilômetros por litro, quando movido a gasolina, o que representou uma autonomia de 642,4 quilômetros, com custo de R$ 0,17 por quilômetro. Já movido com álcool, o Corsa 1.4 registrou uma média de consumo de 11,4 quilômetros por litro, uma autonomia de 501,6 quilômetros e um custo de R$ 0,13 por litro.
Na medição com o uso da gasolina, o Corsa 1.4 superou os concorrentes diretos em seu segmento – ou seja, todos com motores acima de 1.0 litro - como Fiat Palio 1.4, Citroën C3 1.4 e Peugeot 206 1.4 e também venceu em economia os concorrentes Volkswagen Gol 1.0, Chevrolet Celta 1.0, Fiat Mille 1.0, Renault Clio 1.0, Renault Sandero 1.0 e Ford Ka 1.0.
Por sua vez, na medição com o uso do álcool, o Corsa 1.4 também foi considerado o mais econômico dentre os veículos com motores acima de 1.0 litro, superando o Peugeot 206 1.4, o Citroën C3 1.4 e o Fiat Palio 1.4. Nesta medição, o modelo Chevrolet 1.4 ainda superou os modelos Ford Ka 1.0, Chevrolet Celta 1.0 e Renault Sandero 1.0.
Ranking de consumo com gasolina (motores 1.4)
Posição / Carro / Média / Tanque (litros) / Autonomia (km) / R$/km (*)
1º) Corsa - 14,6 - 44 - 642,4 - 0,17
2º) Palio - 13,2 - 48 - 633,6 - 0,19
3º) C3 - 13,1 - 47 - 615,7 - 0,19
4º) 206 - 12,1 - 50 - 605,0 - 0,21
(*) Preço médio de R$ 2,511, com base na pesquisa da Agência Nacional de Petróleo - ANP -, de 10/11/2008.
Ranking de consumo com álcool (motores 1.4)
Posição / Carro / Média / Tanque (litros) / Autonomia (km) / R$/km (*)
1º) Corsa - 11,4 - 44 - 501,6 - 0,13
2º) 206 - 11,0 - 50 - 550,0 - 0,14
3º) C3 - 11,0 - 47 - 517,0 - 0,14
4º) Palio - 10,0 - 48 - 480,0 - 0,15
(*) Preço médio de R$ 1,511, com base na pesquisa da ANP de 10/11/2008.
O exclusivo motor 1.4 Econo.Flex
“O motor Chevrolet 1.4 Econo.Flex do Corsa utiliza o consagrado conceito ‘VHC’ (Very High Compression), patente exclusiva da General Motors, que permite seu funcionamento em regime de elevada rotação”, esclarece Adhemar Nicolini, diretor geral da GM Powertrain para a divisão LAAM, que engloba as regiões da América Latina, África e Oriente Médio.
O motor possui um coletor de admissão em material plástico, que propiciou uma redução de 35% no peso deste conjunto em relação ao similar de alumínio. Outra inovação expressiva é uma nova calibração do motor, que permite a partida do motor em temperatura ambiente de até oito graus Celsius, sem o auxílio da gasolina.
Esse sistema é inédito no Brasil e, graças ao seu software, só é acionada a injeção de gasolina se a temperatura ambiente estiver abaixo dos oito graus. Além da facilidade na partida do motor, o sistema também propiciará um menor consumo de gasolina do reservatório auxiliar.
Os engenheiros da GM Powertrain trabalharam também na otimização do design do motor para garantir seu maior desempenho, além da melhor dirigibilidade do veículo e menor emissão de poluentes na atmosfera. O motor Chevrolet 1.4 Econo.Flex também conta com a tecnologia ‘drive by wire’, ou seja, o acelerador eletrônico.
O motor conta com uma potência de 105 cavalos quando abastecido com álcool e 99 cv na utilização da gasolina, ambas obtidas com um regime de funcionamento a 6.000 rotações por minuto (rpm). Seu torque é de 131 Nm (13,4 kgfm) a 2.800 rpm, com o uso do álcool, e de 129 Nm (13,2 kgfm) a 2.800 rpm, com o uso da gasolina.
A General Motors Corporation (NYSE: GM), é a maior fabricante de veículos do mundo e tem sido a líder mundial de vendas anuais da indústria há 77 anos consecutivos. Fundada em 1908, a GM emprega atualmente 252.000 funcionários ao redor do mundo. Com sua sede principal em Detroit, a GM manufatura seus carros e veículos comerciais em 34 países. Em 2007, os consumidores compraram globalmente cerca de 9,37 milhões de carros e comerciais GM, comercializados com as marcas Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Pontiac, Saab, Saturn, Vauxhall e Wuling. A subsidiária da GM OnStar é a líder da indústria em segurança veicular, proteção e serviços de informação.
Mais informações a respeito da GM podem ser encontradas no site www.gm.com
Contatos: Chevrolet
Carlos A. Pereira de Souza
(11) 4234-6282 / 9973-8185
carlos.souza@gm.com
Renato Acciarto
(11) 4234-6281
renato.acciarto@gm.com
Lacres rastreáveis para placas de veículos chegam para combater clonagem, roubos e fraudes em veículos; medida já aplicada em alguns Estados mostra resultados excepcionais.
A partir de 1º de janeiro de 2009, daqui a exatamente um mês, entra em vigor, em todo o território nacional, a obrigatoriedade de utilização por parte dos Departamentos de Trânsito, Detrans, de lacres rastreáveis no emplacamento e lacração de todos os veículos. A resolução foi tomada em dezembro do ano passado pelo Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, e aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito, Contran. A prática já deveria estar em vigor desde julho deste ano, mas foi adiada a pedido da Associação Nacional dos Detrans, propiciando não só o tempo necessário à adequação em cada Estado, como a preparação de empresas para atendimento. Todas devem estar certificadas pelo Denatran, através de portarias de certificação e homologação.
Com isso, a portaria do Denatran que entrará em vigor institui um novo lacre com características técnicas importantes: inviolável e com rastreabilidade através de tecnologia de última geração. O lacre rastreável porá fim a uma série de práticas criminosas que vêm sendo amplamente divulgadas e investigadas. Crimes que se tornaram rotineiros, como roubo de veículos, clones de placas, desmanches fraudulentos e desvio de carros para as fronteiras, se tornarão praticamente impossíveis. Será também um instrumento para desarticulação das máfias que envolvem setores de emplacamento de veículos.
Lacre eletrônico e inviolável: um RG seguro e único para o veículo
Os proprietários de veículos passarão a ter um identificador seguro e registrado. Com a adoção do novo lacre, todo o processo de fabricação, manuseio e descarte será monitorado por uma central de computadores. Já inicialmente, qualquer agente credenciado que venha manuseá-lo e utilizar o sistema de controle, deverá se identificar por biometria (leitura da sua impressão digital). Cada passo do agente responsável pela lacração será acompanhado por essa central, impossibilitando qualquer fraude. O sistema de computadores a ser utilizado é o mesmo que armazena e monitora dados dos principais bancos do país, além de companhias de telefone celular. Qualquer tentativa de violação do lacre é prontamente identificada e transmitida aos Detrans.
Para uma empresa ser certificada pelo Denatran há uma série de exigências que vão da aprovação do Inmetro e certificação ISO 9001/2000 até a prova de expertise na operação. Alguns Estados já adotaram parcialmente o lacre rastreável e, graças à sua experiência e à evolução do sistema, Rondônia implantou com sucesso o modelo utilizando-se integralmente de toda a tecnologia colocada à sua disposição. No momento, o lacre está sendo testado em Mato Grosso e, em breve, estará implantando em vários Estados que já se encontram em fase de ajustes para adotá-lo a partir de 1º. de janeiro de 2009.
Brickmann&Associados Comunicação
Carlos Brickmann - Marli Gonçalves
(11) 3885-6656
brickmann@brickmann.com.br
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A União Brasileira para a Qualidade reconhece as práticas sustentáveis da montadora.
A Fiat Automóveis foi premiada como uma das cinco finalistas da terceira edição do Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental promovido pela União Brasileira para a Qualidade, que reconhece as empresas de alto desempenho ambiental e que apresentam práticas inovadoras e diferenciadas de gestão.
Na Fiat foram reconhecidas as boas práticas no controle do desperdício e na reciclagem (98,5% dos resíduos são reaproveitados), além de sua destinação ambientalmente correta, na recirculação da água (92%), na queima de gases poluentes, no desenvolvimento de produtos cada vez mais ecológicos, entre outras ações.
O objetivo do PMGA é desencadear nas empresas mineiras um processo estruturado de busca da melhoria contínua de sua gestão ambiental e maximização dos resultados no uso racional dos recursos naturais promovendo, desta forma, a disseminação de ações voltadas para a sustentabilidade ambiental e seus reflexos na qualidade de vida das comunidades. Outras empresas que se destacaram foram: V&M do Brasil, Alesat Combustíveis, ArcelorMittal
Imprensa FIAT
Praça de Comércio será ponto de encontro
Novidade na edição do II ABC Old cars & Parts, a Praça de Comércio de Autos será o local ideal para os apaixonados por modelos nostálgicos. Nesse local eles poderão ter opções de escolha ou ter a oportunidade de encontrar o modelo que procuram para restaurar.
Localizada em uma área privilegiada, ao lado da Galeria das Estrelas, com mais de 2.000 m², e capacidade para abrigar cerca de 100 carros, a Praça de Comércio de Autos do II ABC Old Cars & Parts – Antigos no Campus, que acontece no próximo dia 7 de dezembro no campus do Instituto Mauá, localizado em São Caetano do Sul, promete ser sucesso entre os expositores que pretendem vender seus veículos.
De acordo com o organizador do evento, o jornalista André Gomide, a principal exigência para o comércio dos veículos, é que os mesmo tenham mais de 25 anos. “Para participar basta preencher a ficha (acessando os sites www.abcoldcar.com.br ou www.jornalveiculos.com.br), e levar 1 quilo de alimento não perecível. O expositores inscritos devem levar seus veículos ao local da exposição, Praça Mauá, nº 1 - São Caetano do Sul (veja no site o mapa de Como Chegar), no sábado, dia 6 de dezembro, a partir das 14 horas, para a devida organização” explica.
Comércio de antigos – A Praça de Comércio de Autos Antigos terá um ambiente onde os apaixonados por modelos nostálgicos poderão ter opções de escolha ou ter a oportunidade de encontrar o modelo que procura para restaurar. “Muitas pessoas procuram o veículo pronto, mas uma grande parte gosta de dedicar-se ao trabalho de reconstruir o veículo exatamente como era na sua lembrança”, reforça Rubens Justo, um dos idealizadores da mostra. A criação do serviço de compra e venda de antigos vem completar a exposição que já conta com a presença de empresas que se dedicam à construção de veículos especiais, peças e acessórios e barracas de componentes antigos originais, além de serviços como tapeçaria.
O empresário Nelson Machado Simões, proprietário da Gemini Imports já garantiu presença na exposição e irá expor quatro veículos do seu acervo. Trata-se de quatro jóias que deverão fascinar os visitantes: um Toronado no valor de R$ 73.0000,00; Buick (R$ 55.000,00); Fusca Hot (R$ 53.000,00); Mustang (R$ 53.000,00). “Espero a presença de um grande público no II ABC Old Car & Parts e tenho a certeza que eles irão gostar dos modelos expostos”, observa o empresário.
Já Fábio Novellino pretende trazer o seu Chevrolet 1949 e fazer um bom negócio com sua venda. Por outro lado, Marcelo Viana, tem caprichado na flanela e pretende fazer brilhar o Simca Chambord 1963. “Além da importância do evento, acho que seria uma ótima oportunidade para a venda do carro. Isso se tornou necessário para que eu prossiga a restauração de outros modelos que possuo”, finaliza.
Foco - O ABC Old Car & Parts nasceu com a proposta de integrar o Grande ABC, considerado o “berço do automóvel no País”, no calendário nacional das grandes mostras de carros antigos realizadas no Brasil. “O Grande ABC tem toda sua história dos últimos 50 anos focada na indústria de veículos automotores e nosso projeto maior é fazer com esse fato desperte outro negócio na região, o turismo industrial e de negócios” ressalta André Gomide.
Com a parceria do Instituto Mauá de Tecnologia, que tem forte presença no setor automotivo, pelos cursos e pelos serviços de ensaios de motores e veículos que oferece, a mostra passa a aliar mais um ingrediente ao evento: o aspecto educacional, além do cultural, uma vez que os estudantes da instituição poderão conhecer um pouco mais da história dos automóveis, algo que será bastante útil nas suas carreiras.
Na primeira edição, realizada em 2007, o ABC Old Car & Parts reuniu 320 automóveis antigos de várias marcas e atraiu a atenção de aproximadamente 50 mil pessoas nos três dias da exposição. Para este ano, a expectativa é reunir o mesmo número de veículos e um público semelhante, apesar de o evento ser realizado em apenas um dia. Para o próximo ano a previsão é realizar a mostra durante quatro dias.
Outras informações e fotos no site www.abcoldcar.com.br
Ficha do Serviço
Evento: II ABC Old Car & Parts – Antigos no Campus
Data: 07.12.2008
Horário: das 9 às 18 horas
Entrada: 01 kg de alimento não perecível (criança com menos de 12 anos não paga)
Arrecadação: Diocese de Santo André (Grande ABC)
Local: Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia – Campus de São Caetano do Sul – Praça Mauá 1 – São Caetano do Sul – SP
Expositores: Contato com a HP Press Eventos
Fones: 011 2564-2810
E-mail : abcoldcar@hppress.com.br
Hp Press Assessoria de Imprensa
Flavio Ficarelli
2564-2810
flavio.ficarelli@hppress.com.br
Informações sobre o IMT
Di Fatto Central de Comunicação
Rosane Toledo de Freitas
rosane@difattocom.com.br
Dayane Silva
dayane@difattocom.com.br
(11) 50523004
Sobre o ABC Old Car & Parts – Concebido para ser a grande expressão da região do ABC paulista no cenário nacional do carro antigo, o ABC Old Car & Parts é um evento que já nasceu grande, reunindo na sua primeira edição 320 automóveis antigos de várias marcas e modelos e um público superior a 50 mil pessoas, atraindo a atenção da grande imprensa. Com a proposta de posicionar o Grande ABC no cenário do turismo de negócios, a exposição este ano está no Campus do Instituto Mauá de Tecnologia com a proposta educacional, onde os estudantes poderão aprender o passado para aplicar nas suas ações profissionais futuras. Veja mais fotos no site www.abcoldcar.com.br
Sobre INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA – IMT - O Instituto Mauá de Tecnologia - IMT é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, cujo objetivo principal é promover o ensino técnico-científico, visando a formação de recursos humanos altamente qualificados, que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do País. Fundado em 11 de dezembro de 1961, em 2000 recebeu autorização do MEC para criar seu Centro Universitário com sede no Campus de São Caetano do Sul. Lá são oferecidos cursos de graduação em Design do Produto, Engenharia e Tecnologia, além do programa de Pós-graduação em Engenharia de Processos Industriais. Também está instalado o Centro de Pesquisas, que por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa, trabalhos orientados por professores e estágios, complementa a formação dos alunos. No Campus de São Paulo estão a Escola de Administração Mauá e o Centro de Educação Continuada em Engenharia e Administração.
Acesse: www.maua.br
Última etapa será neste domingo (07), no Autódromo de Interlagos, com largada prevista para as 13h03, e transmissão ao vivo do canal Rede Vida
São Paulo, 02 de dezembro de 2008 – Se esta foi a primeira temporada em que a Stock Car incorporou a categoria Pick-up Racing, não se pode dizer o mesmo da experiência do piloto Kau Machado a bordo de uma picape. Um dos mais experientes pilotos da categoria ele está pronto para o último desafio do ano, que será no próximo domingo (07), durante a 8ª e última etapa da temporada, no Autódromo de Interlagos, São Paulo.
Para o experiente piloto que acumula sete anos em participações na Pick-up Racing, 2008 foi um ano extremamente positivo, onde o objetivo principal, que era de terminar o ano entre os 10 primeiros colocados foi atingido, sendo o melhor colocado entre os picapeiros da “velha guarda”. Com 52 pontos, Kau Machado é o 6º melhor na classificação geral, e espera computar mais alguns pontinhos em Interlagos.
O aquecimento para a corrida de domingo começa na próxima sexta-feira, com os primeiros treinos livres. No sábado, as picapes voltam a acelerar durante o treino classificatório que definirá o grid, os carros entram na pista às 08h50, e terão no máximo uma hora, ou 16 voltas, para definir as posições de largada da corrida, prevista para ser realizada a partir das 13h03, com transmissão ao vivo do canal Rede Vida.
Kau Machado conta com o patrocínio da Bottero e do Portal Web Pick-Up.
Portal Web Pick-up
O www.webpickup.com.br a cada dia ganha mais espaço e torna-se referência para os usuários de picapes, utilitários e veículos off road, reunindo em um só portal todas as ferramentas necessárias para interagir, informar e facilitar a vida desses “amantes por adrenalina”. Através de um exclusivo balcão de negócios e de busca rápida, o usuário navega com rapidez e ainda fica atualizado com as últimas notícias do meio automotivo, tais como lançamentos, eventos, competições de velocidade e regularidade, dicas de manutenção mecânica e muito mais. O Portal Web Pick-up incentiva o esporte e esteve em todas as etapas ao longo do ano e estará presente no encerramento da temporada 2008 da Pick-Up Racing, com o patrocínio para o piloto Kau Machado.
Confira a programação oficial Stock Car:
Sexta-feira, 05 de Dezembro
07h40 – 08h10: 1º Treino Livre Stock Jr
08h20 – 09h05: 1º Treino Livre Copa Vicar Stock Car (1º Grupo)
09h10 – 09h55: 1º Treino Livre Copa Vicar Stock Car (2º Grupo)
10h10 – 11h40: 1º Treino Livre (max.22 voltas) Copa Nextel Stock Car
12h00 – 13h00: 1º Treino Livre (max.18 voltas) Pick-Up Racing
13h10 – 13h40: 2º Treino Livre Stock Jr
13h50 – 14h50: 2º Treino Livre (max.18 voltas) Copa Vicar Stock Car
15h05 – 16h35: 2º Treino Livre (max.22 voltas) Copa Nextel Stock Car
16h55 – 17h55: 2º Treino Livre (max.18 voltas) Pick-Up Racing
Sábado, 06 de Dezembro
08h10 – 08h40: 3º Treino Livre Stock Jr
08h50 – 09h50: Classificatório (max.16 voltas) Pick-Up Racing
10h00 – 11h00: Classificatório (max.16 voltas) Copa Vicar Stock Car
11h15 – 12h55: Treino Classificatório Copa Nextel Stock Car
13h10 – 13h40: Treino Classificatório Stock Jr
15h30 – 16h30: Visitação aos Boxes (credenciados)
Domingo, 07 de Dezembro
08h00: Largada (30 min) Stock Jr
08h30: Chegada
08h40 – 09h40: Visitação aos Boxes
11h03: Largada (27 voltas ou 50 min.) Copa Nextel Stock Car
11h53: Chegada Copa Nextel Stock Car
13h03: Largada (40 min.) Copa Web Motors Pick-up Racing
13h43: Chegada Copa Web Motors Pick-up Racing
14h33: Largada (40 min.) Copa Vicar Stock Car
15h13: Chegada Copa Vicar Stock Car
Assessoria de Imprensa:
SIG Comunicação
Texto: Silvana Grezzana / Luciana Gomes
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Fone: (11) 5016-6113 / 9972-6966
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Maurício Neves e Clécio Maestrelli, vencedores da Copa Mitsubishi Sudeste deste ano e premiados com o Capacete de Ouro, estão prontos para mais uma decisão: neste final de semana a dupla da equipe ProMacchina disputa o Rally dos Amigos, prova de encerramento do Campeonato Brasileiro de Cross Country, onde os paranaenses ocupam a segunda posição.
A competição, que reunirá também caminhões, motos e quadriciclos, acontece na cidade de Itatinga, em São Paulo e a julgar pela duração prevista pelos organizadores, seis horas, será uma das mais difíceis da temporada. A Mitsubishi L200 Evo PROM2 de Neves e Maestrelli também está preparada para essa condição: “O Rally dos Amigos encerra o ciclo de desenvolvimento da nossa Evo PROM 2, carro que usaremos para disputar o Rally dos Sertões de 2009. Posso dizer que vamos para a final da temporada com um carro extremamente competitivo. Além disso quero destacar que vamos para a final contra Jean Azevedo, piloto que se destacou de forma impecável em sua primeira temporada sobre quatro rodas.”
As características da prova deste final de semana demandaram da equipe de Campo Magro (PR) uma preparação ainda mais intensa dos carros de Neves e Maestrelli e de Bibas e Cavassin. Clécio Maestrelli, que este ano conseguiu com Neves um título inédito no currículo da dupla – o título da Mit Cup Sudeste -, “trata-se da prova mais longa da temporada e queremos voltar para casa com mais um campeonato conquistado para a ProMacchina”. Essa tarefa não será das mais fáceis, pois além de vencer o rally é preciso que os líderes do certame – Jean Azevedo e Youssef Haddad -, terminem em terceiro.
“Estamos contando com o trabalho dos nossos companheiros de equipe Fellipe Bibas e Emerson Cavassin, os atuais campeões brasileiros”, comentou Neves, que já venceu duas das dez edições do Rally dos Amigos. Fã incondicional de todas as categorias do automobilismo de competição, Maurício lembrou Juan Manuel Fangio ao lembrar que “assim como as corridas em circuito, ralies são ralies… e só acabam na bandeirada”.
A equipe ProMacchina Rally é patrocinada pela Mitsubishi, Cimed Genéricos, VIVO, Unilance Consórcios, Pirelli, Avalon Táxi Aéreo e conta com o apoio técnico da Mahle Original, Mahle Filters, Toyama Power Products, TSW rodas, EBC Brakes e BorgWarner Turbos.
Visite nosso site: www.promacchina.com.br
Assessoria de Imprensa da equipe ProMacchina Rally
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No dia 7 de dezembro a ONG Share, formada por pais voluntários da Escola Chapel, promove o II Share Fashion 2008, no Jockey. A estrutura do evento ficará por conta da Miksom solidária, um braço da Agencia Miksom Ativação, que está no mercado de eventos há mais de 37 anos.
O desfile beneficente contará com a participação dos alunos da escola Chapel, das crianças carentes atendidas pela ONG Share e terá a participação de grandes marcas de roupas infanto-juvenis tais como Lilica & Tigor, Meninas e Bonecas, Saia de Fada, entre outras.
Toda a verba arrecadada com esse desfile será distribuído para mais de 10 projetos assistidos pela ONG Share, que tem como objetivo construir uma ponte entre as classes A & B de São Paulo com as comunidades mais carentes da cidade.
Serviço
Local: Jockey Club de São Paulo
Data: 07/12/2008
Horário: 11h00
Convites: R$ 50,00
Cartaz Comunicação
Leandro Matulja
Sandra Calvi
Juliana Consoline
juliana@agenciacartaz.com.br
(55 11) 3871-3030 r.211
Daniela Fernandes
daniela@agenciacartaz.com.br
(55 11) 3871-3030 r.207
No ano em que esteve nas regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, o Rally Universitário Fiat não poderia ter um encerramento de temporada melhor: com recorde de inscritos. Fotos: Rodrigo Cancela
Apesar de o grid da prova de Belo Horizonte ter sido ampliado para 160 carros, 10 mais que o inicialmente previsto, 244 equipes foram inscritas, gerando uma fila de espera com 84 carros. “Fechamos o ano com chave de ouro”, resumiu o diretor do evento, Eduardo Regal. A vitória da categoria Universitário foi da equipe Felipe Santos / Eduardo Santos / Maria Emília Oliveira. Na Turismo, de Marcelo Vieira / Gustavo Moraes / Hugo Cardinot. Na Tour Adventure, o alto do pódio foi ocupado por Paulo Giudice / Victor Salviano.
O grid máximo com 160 carros teve 401 participantes, entre pilotos, navegadores e zequinhas, que permitiram a arrecadação de 1604 latas de leite em pó e 401 brinquedos, doados para três instituições filantrópicas: Conselho de Pais Criança Feliz, Instituto Educacional Tia Dulce e Creche Comunitária Maria Estela Barcelos Gonçalves. A prova, com 179 quilômetros, passou pelos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima e Itabirito, em 4h38min de duração.
Comprovando que o evento conquista uma legião de fãs por onde passa, representantes de diversos municípios participaram do evento. Entre os que vieram de mais longe estavam moradores do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Quem esteve presente na largada foi Ricardo Petrillo. Vencedor da prova de Belo Horizonte em 2007, ele confessou ter sido “contaminado pelo vírus do rally”, e passou a competir regularmente no campeonato mineiro. Como se tornou piloto Graduado, não pôde competir na prova para amadores, mas fez questão de “inscrever o carro vencedor”, desta vez pilotado pelo pai, Reinaldo Sampaio, e pela irmã, Sabrina Petrillo Sampaio, que só conseguiram a 30ª posição.
O grid também contou com 10 equipes da Fiat que venceram um sorteio promovido entre os funcionários da fábrica de Betim, com direito a participar da prova com carros cedidos pela montadora. Entre os participantes também havia um Fiat 147, da equipe Alexander Costa/Jackson de Oliveira. A dupla, que participou pela primeira vez do evento na prova passada, em Juiz de Fora, ficou em 37º na Turismo.
Desta vez, os zequinhas (caronas), que sempre são alvos de brincadeiras de pilotos e navegadores, estiveram em alta. Uma promoção conjunta do evento e da rádio Oi FM ofereceu estadias no Hotel Ouro Minas de Belo Horizonte, sorteadas entre os que acertaram uma prova paralela e específica para eles: descobrir o Posto de Controle onde estava o banner da rádio.
Os primeiros colocados:
Categoria Universitário
1- Felipe Santos / Eduardo Santos / Maria Emília Oliveira - 26 pontos – Belo Horizonte – MG
2- Bernhard Abreu / Samuel Souza – 31 pontos – Juatuba (MG)
3- Roberta Marinelli / João Paulo de Souza / Arthur Carrão– 41 pontos -Contagem - MG
4- Marcio Rocha / Gustavo Bicalho / Dirley Moreira – 41 pontos – Belo Horizonte – MG
5- Tales Guedes / Rafael Guedes / João Carneiro– 52 pontos – Belo Horizonte – MG
Destaque equipe mista: Marcelo Matos / Nicole Rocha – Belo Horizonte - MG
Destaque equipe feminina:Débora Freitas / Amanda Macedo – Belo Horizonte - MG
Categoria Turismo
1- Marcelo Vieira / Gustavo Moraes / Hugo Cardinot – 24 pontos - Nova Friburgo – RJ
2- Renato Alves / David Kwae Pan / Luciano Lopes – 26 pontos- Belo Horizonte(MG)
3- Sérgio Laurentis / Andresa Laurentis – 35 pontos - São Paulo
4- Lucas Amaral / Roberta Amaral / Manoel Júnior – 40 pontos - Belo Horizonte(MG)
5- Luis Sampaio / Priscilla Almeida / Michele Araújo – 49 pontos - Juiz de Fora (MG)
Categoria Tour Adventure
1- Paulo Giudice / Victor Salviano – 76 pontos – Belo Horizonte
2- Marcel Glauber / Flavio Guimarães – 94 pontos – Belo Horizonte (MG)
3- Gustavo Oliveira / Virgilio Barros – 122 pontos - Belo Horizonte (MG)
4- Orlando Teruz / Bruno Nascimento / Camila Araújo – 125 pontos – Brasília (DF)
5- Fabio Alcântara / Ariana Ribeiro – 131 pontos – Nova Lima (MG)
O Rally Universitário Fiat tem:
Patrocínio: Fiat
Co-patrocínio: Fiat Itaucard, Selènia e Banco Fiat
Hotel oficial local: Thess Square BH
Rádio official local: Oi FM – 93,9
Parceria: Lecor, Totem e Gráfica Juizforana
Supervisão: FMA e CBA
Realização: Exclusive Comunicação
Exclusive Comunicação
Eduardo Regal – Diretor Geral
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Jorge Velloso – Assessor de Imprensa
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A avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Parque do Ibirapuera, parou, neste domingo, para assistir a um verdadeiro espetáculo de automobilismo nunca visto no Brasil, o “Renault Roadshow”. Cerca de 100 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, acompanharam de perto as emoções da Fórmula 1, superando a expectativa dos organizadores que era de 80 mil.
O ponto máximo do Renault Roadshow foi a performance de Nelson Piquet, piloto da ING Renault F1 Team, que prendeu a atenção do público fazendo várias manobras ao longo dos 1.200 metros da avenida Pedro Álvares Cabral.
O ronco do motor V8 com quase 800 cavalos de potência ecoou no Parque do Ibirapuera. Além de acelerar no limite o bólido da equipe ING Renault F1 Team – em alguns pontos o carro superou a velocidade de 250 km/h -, Nelson Piquet abusou das manobras radicais, principalmente no “zerinho” e nas derrapagens, levando o público ao delírio.
A programação automobilística do “Renault Roadshow” começou logo de manhã com exibições de arrancada, desfile de carros antigos da marca Renault, performances de outros modelos de competição da Renault (Copa Renault Clio, Clio Arrancada, entre outros) e apresentações de manobras especiais.
Durante o “Renault Roadshow”, o motor do carro da equipe ING Renault F1 Team, batizado de RS27 e com quase 800 cv de potência, ‘tocou’ a música “Parabéns para você” em homenagem à Renault do Brasil, que neste mês dezembro, comemora o aniversário de 10 anos de início das suas atividades industriais.
O evento terminou com a apresentação da escola de samba Mocidade Alegre.
O “Renault Roadshow”, realizado pela primeira vez no Brasil, também contou com a presença de várias autoridades, como o prefeito Gilberto Kassab e o secretário municipal de Esportes Walter Feldman, que inclusive chegou a andar em um dos carros da marca.
Para a realização do “Renault Roadshow”, a Renault do Brasil e a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação montaram uma mega-estrutura no Parque do Ibirapuera, com o envolvimento de 1.500 pessoas.
Inédito na América do Sul antes de chegar a São Paulo, o “Renault Roadshow” já havia sido visto por milhares de pessoas em várias cidades do mundo como Madri, Sevilha, Moscou, Lion, Kiev, Istambul, Roma, Varsóvia, Joanesburgo, Roterdã, Cidade do México, Lisboa, Nova Deli, entre outras.
Renault do Brasil
Assessoria de Imprensa
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Andreas Mattheis e Xandy Negrão (Ford GT) venceram neste domingo (30/11) a 18ª e última etapa da GT3 Brasil, a categoria que reúne os melhores carros esportivos de competição do país. A dupla, que já havia garantido o bicampeonato da competição na primeira corrida da rodada dupla disputada no sábado (29/11), conquistou sua oitava vitória na temporada. O segundo lugar ficou com Wagner Ebrahim/Fábio Ebrahim (Dodge Viper), seguidos pelo bicampeão mundial de Fórmula 1 Émerson Fittipaldi, que dividiu seu Porsche 997 com Valdeno Brito. “A Ferrari precisa ter uma melhora regulamentar para se tornar um carro bem competitivo”, comenta Antonio Jorge Neto, que divide o modelo F430 da equipe Pósitron/Greco com Renato Cattalini.
Durante toda a temporada os pilotos da Ferrari defenderam mudanças no regulamento para que a F430 pudesse ser equiparada com Ford GT, Dodge Viper, Lamborghini Gallardo e Porsche 997, os demais supercarros da categoria. “Outro diferencial é dificuldade que a F430 tem com a temperatura tropical que encontramos aqui no Brasil”, afirma Jorge Neto. A equalização dos carros é feita pela FIA baseada no campeonato de GT3 disputado na Europa.
Desfile de motos
Pouco antes da corrida deste domingo, o autódromo de Interlagos recebeu um evento festivo que tem tudo a ver com velocidade. Liderados por Antonio Jorge Neto e Émerson Fittipaldi, cerca de quinhentas motos de todos os tipos desfilaram pela pista paulistana. “Foi uma grande idéia para interagir com os públicos. Os motociclistas são muito unidos e alegres, e com certeza vão acompanhar mais as nossas corridas”, afirma Neto. Na década de 80, o piloto da Pósitron/Greco foi o principal nome do motociclismo brasileiro, conquistando sete campeonatos brasileiros, dois sul-americanos e a tradicionalíssima prova das 100 milhas de Daytona, em 1983.
Netinho ficou muito contente não só por voltar às suas origens e comandar a confraternização com as centenas de motos, mas principalmente por dividir essa honra com Émerson Fittipaldi. “Motociclismo é algo que ainda me emociona, está no sangue. Foi uma festa muito bonita junto com o Émerson, que também se emocionou muito com o desfile. Afinal, nós dois começamos correndo de moto”, completa.
Estes foram os dez primeiros na 18ª etapa da GT3 Brasil:
1º) A.Mattheis/X.Negrão (FG, RJ/SP), 34 voltas em 1:01:37.383 (média de 142.64 km/h)
2º) W.Ebrahim/F.Ebrahim (VC, PR/PR), a 5.651
3º) V.Brito/E.Fittipaldi (P9, PB/SP), a 11.459
4º) W.Salles/R.Rosset (FG, RJ/SP), a 15.757
5º) C.Ricci/R.Derani (F4, RS/SP), a 17.064
6º) A.Mazzochi/M.Stumpf (VC, RS/RS), a 20.944
7º) A.Colares/A.Giaffone N (VC, SP/SP), a 28.909
8º) P.Bonifacio/I.Hoffmann (LG, SP/PR), a 1 volta
9º) R.Cattalini/Jorge Neto (F4, PR/SP), a 2 voltas
10º) A.Feldmann/L.Kaesemodel (VC, PR/PR), a 3 voltas
Confira a classificação final da GT3 Brasil:
1º) A.Mattheis/X.Negrão (FG, RJ/SP), 116 pontos;
2º) W.Salles/R.Rosset (FG, RJ/SP), 100;
3º) W.Ebrahim/F.Ebrahim (VC, PR/PR), 66;
4º) A.Feldmann (VC, PR), 63;
5º) V.Brito (P9, PB), 49;
6º) C.Ricci/R.Derani (F4, RS/SP), 46;
7º) L.Kaesemodel (VC, PR), 45;
8º) P.Bonifacio/I.Hoffmann (LG, SP/PR), 44;
9º) M.Stumpf (VC, RS), 36;
10º) N.Gresse (P9, SP), 33;
11º) E.Nascimentos/L.Burti (VC, RJ/SP), 28;
12º) E.Fittipaldi (P9, SP), 26;
13º) A.Khodair (F4, SP), 24;
14º) R.Cattalini/Jorge Neto (F4, PR/SP), 23;
15º) M.Hahn (F4, SP), 19;
15º) A.Mazzochi (VC, RS), 19;
17º) R.Matias (VC, RS), 17;
18º) T.Marques (VC, PR), 13;
18º) W.Derani/G.Losacco (F4, SP/SP), 13;
20º) W.Fittipaldi (P9, SP), 10;
21º) César Urnhani (F4, SP), 5;
21º) Daniel Landi (VC, SP), 5;
23º) S.Lucio/ L. Garcia (F4, DF/DF), 2;
23º) A.Colares/A.Giaffone N (VC, SP/SP), 2;
23º) O.Mesquita (P9, SP), 2;
23º) A.Hermann (P9, SP), 2.
LEGENDA
F4 – Ferrari F430 V8
FG – Ford GT V8
LG – Lamborghini Gallardo V10
P9 – Porsche 997 GT3 Cup S Boxer
VC – Dodge Viper Competition Coupé V10
Consulte www.gt3.com.br
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A decisão do Water Cross Tour aconteceu no final de semana, no Tahiti Náutica Clube, em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. No próximo sábado e domingo (6 e 7), no mesmo local, estará acontecendo a quarta e última etapa do 15º Campeonato Paulista de Jet Ski – BJSA.
Os pilotos Paulo César Ramos Rabelo, de Angra dos Reis (RJ), Odair Sérgio Mazaro, de São Paulo e André Gellis, de Santo André (SP), conquistaram o título nas categorias Turismo Stock, Fórmula Indy e Cracker Box, respectivamente, no Water Cross Tour, que corresponde ao Campeonato Paulista de Motonáutica FPENM. As disputas da quarta e última etapa aconteceram no sábado e neste domingo, no Tahiti Náutica Club, em Ribeirão Pires. No próximo final de semana, dias 6 e 7, será realizada a decisão do 15º Campeonato Paulista de Jet Ski – BJSA, no mesmo local.
Na categoria Turismo Stock foram disputadas duas baterias, referentes a terceira e quarta etapas. O líder da competição era Paulo Stille Sobrinho, também de Angra dos Reis, que havia vencido as duas primeiras etapas do Water Cross Tour. Entretanto, neste final de semana a hegemonia foi de seu companheiro de equipe, Paulo Rabello, que garantiu a pole position nas duas baterias e manteve a ponta até o final. Ele somou um total de 1.100 pontos nas duas etapas e terminou a classificação final com 1.900, conquistando assim, pela primeira vez o título paulista. O vice-campeão foi Paulo Stille Sobrinho, com 1.805, seguido pelo carioca Túlio Machado Rodrigues, com 1.000.
Na equipe Big Dogs Rancing, de São Paulo, o destaque ficou para Fernando Cazassa, que ficou em segundo lugar na primeira bateria e na classificação geral obteve o quarto lugar, com 864 pontos, seguido pelos companheiros de equipe, Elias Andrade, com 844 e Marcelo Nigro, que somou 676.
A categoria Fórmula Indy foi bastante disputada no Campeonato Paulista de Motonáutica. O título acabou ficando com Odair Mazaro, de São Paulo, que largou na pole position e venceu a bateria, somando 550 pontos. Na classificação geral terminou com 1600 pontos, garantindo o título. Ele não competiu na primeira etapa. Seu conterrâneo Marcos Silva Prado, que liderou a competição nas três primeiras etapas, ficou com o vice campeonato, depois de terminar a quarta e última etapa em segundo lugar. Ele somou 1490 pontos. Em terceiro ficou o também paulistano Ivan Ferreira, com 827.
Desde a primeira etapa do Water Cross Tour, a categoria Craker Box apresentou uma disputa muito acirrada entre os pilotos André Luís Gellis e Wagner Montanari (Toteka), ambos de Santo André. Ambos se alternaram na liderança da categoria e a diferença na classificação final foi de apenas 20 pontos. Montanari chegou para a final em vantagem, entretanto, na etapa decisiva Gellis levou a melhor fazendo a pole position no sábado e mantendo o primeiro lugar durante toda a bateria no domingo, terminando como campeão, com 1.900 pontos. Montanari ficou com a segunda colocação, depois de largar em terceiro. Ele somou 1.880 pontos. O terceiro colocado no campeonato foi Walter Baptista da Silva, de São Bernardo do Campo, com 685 pontos.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
A classificação final do Water Cross Tour, referente ao Campeonato Paulista de Motonáutica FPENM ficou a seguinte: Categoria Turismo Stock – 1: Paulo César Ramos Rabelo, de Angra dos Reis (RJ), 1.900; 2. Paulo Stille Sobrinho, de Angra dos Reis (RJ), 1.805; 3. Túlio Machado Rodrigues, do Rio de Janeiro (RJ), 1.000; 4. Fernando Cazassa, de São Paulo (SP), 864; 5. Elias Brito Andrade, de São Paulo (SP), 844 e Marcelo Nigro, São Paulo (SP), 676 pontos.
Categoria Turismo Stock – 1. Odair Sérgio Mazaro, São Paulo (SP), 1600 pontos; 2. Marcos Silva Prado, de São Paulo (SP), 1.490; 3. Ivan Ferreira, de São Paulo (SP), 827; 4. Carlos Pereira Soares, de São Paulo (SP), 804; 5. Dante Bianchi Filho, de São Paulo (SP), 627; 6. Romário Baldini, de São Paulo (SP), 325; 6. Antônio Salvador, de Riacho Grande (SP), 300; 7. Lebos Ribeiro Chaguri, de São Paulo (SP), 225 e 8. Eliseu Foglieni Júnior, 127 pontos.
Na categoria Cracker Box – 1. André Luís Gellis, de Santo André (SP), 1900 pontos; 2. Wagner Montanari, de Santo André (SP), 1.880; 3. Walter Baptista da Silva, de São Bernardo do Campo (SP), 685; 4. Caio Aschermann, de São Paulo (SP), 621; 5. Eliseu Foglieni Júnior, de São Paulo (SP), 492; 6. Ricardo Lopes Ferreira, de São Paulo (SP), 375; 7. Marcos Rusig, de São Bernardo do Campo (SP), 292; 8. Jairo de Almeida Machado Júnior, de São Paulo (SP), 288; 9. Antônio Carlos Serrichio Júnior, 282; 10. Vitor Maroni Júnior, de São Paulo (SP) 209 e 11. Renato João Pereira, 169 pontos.
15º PAULISTA DE JET SKI – BJSA
No 15º Campeonato Paulista de Jet Ski BJSA, a movimentação da etapa decisiva começa no dia 6 de dezembro (sábado), às 14 horas, com treinos livres. No dia 7 de dezembro (domingo), haverá as inscrições dos pilotos, a partir das 10 horas. Depois, das 11 às 12 horas serão realizadas as vistorias e treinos. Das 12 às 13h30 serão realizadas as tomadas de tempo e às 14 horas começam as baterias decisivas.
O Water Cross Tour tem a organização do Tahiti Náutica Club, com supervisão da Associação Brasileira de Jet Ski – BJSA e apoio da Federação Paulista de Esportes Náuticos a Motor – FPENM e o Portal do Jet Ski site www.jetski.com.br.
Mais informações nos sites: www.tahiticlub.com.br, www.bjsa.com.br e www.jetski.com.br
ROF
Renato Fabretti - Mtb 16051
rfabreti@terra.com.br
(35) 3534-2003
A prova, preparada para os clientes da Marca, agitou a cidade de Curitiba neste domingo (30/11). Cerca de seis toneladas de alimentos arrecadados com as inscrições serão direcionadas para Santa Catarina.
O Rally de Regularidade realizado neste domingo (30/11) fechou com chave de ouro a temporada 2008 da Copa Peugeot. A cidade de Curitiba recebeu a etapa de encerramento pelo segundo ano consecutivo e praticamente dobrou o número de participantes em relação ao ano anterior.
No total, 85 veículos Peugeot se reuniram na concessionária Le Lac para a largada da prova, que aconteceu às 9h00. Entre os participantes, muita animação e descontração total, clima que já se tornou uma das principais características desta modalidade, onde o objetivo primordial é garantir um programa divertido para quem participa.
As atitudes de alguns participantes podem exemplificar a dimensão tomada pelo evento, que cresce a cada etapa e desperta ainda mais o interesse pela disputa. É o caso da dupla formada pelo casal Reginaldo e Adriana Valim, de Uberlândia (MG), que foi à capital paranaense para participar pela primeira vez do rali, e que afirmou ter optado pela compra de um veículo Peugeot para ter a possibilidade de competir na Copa Peugeot.
Já a dupla formada por Eloise Helena Vieira e Julio Marcos Heuko chegou à revenda por volta das 6h15, quase uma hora antes do horário marcado, para garantir o primeiro lugar na largada.
Após completarem o percurso, as duplas chegaram à churrascaria Nova Estrela para um almoço de confraternização, seguido da premiação dos ralis de Regularidade e Velocidade – categoria nacional, disputada a bordo de veículos 206 especialmente preparados para a competição.
E quem garantiu o primeiro lugar do pódio foram os curitibanos Adriano Henrique Pinheiro e Cleyton Araújo Pinheiro, que concluíram a prova no tempo mais próximo ao estabelecido pela organização, perdendo apenas 19 pontos. “Foi a primeira vez que participamos de um rali e estamos muito felizes com o resultado. A experiência foi muito boa, agradeço por ter tido a oportunidade de participar de uma competição tão bem preparada”, comemorou o navegador Adriano.
Com a vitória, a dupla faturou duas câmeras Mini DV, troféus e champanhe, além de uma viagem para Buenos Aires (Argentina), com passagem aérea e hospedagem garantidos pela concessionária Le Lac. O segundo pacote de viagem oferecido pela revenda foi posto à sorte: conforme anunciado no briefing antes da largada, o ganhador do prêmio seria o veículo que conquistasse a 13ª posição. Embora não tenha conseguido chegar ao pódio, a dupla formada por Fabiana Campi e Vivian Belz conseguiu, ao menos, garantir a viagem.
O segundo lugar ficou com a dupla mineira (Reginaldo e Adriana Valim), fazendo valer a viagem de 1000 km até Curitiba. “Ficamos surpresos porque foi nossa primeira vez, com certeza valeu muito a pena ter vindo até aqui”, afirmou a navegadora Adriana. O objetivo da dupla é acompanhar as etapas da temporada 2009.
Peugeot Sport doa seis toneladas de alimentos para Santa Catarina
Com as inscrições para participação no Rally de Regularidade, a Peugeot Sport arrecadou três toneladas de alimentos não perecíveis, quantia que será duplicada com a doação da Sênior Sistemas, uma das empresas parceiras da Copa Peugeot 2008.
Esta ação de cunho social promovida pela Peugeot Sport, que a cada etapa repassa as doações a entidades assistenciais localizadas nas regiões onde acontece o rali, beneficiará desta vez a população afetada pelos estragos causados pela chuva em diversos municípios do estado de Santa Catarina, por intermédio da concessionária Peugeot Strasbourg.
Classificação Rally de Regularidade – 7ª Etapa, Curitiba (PR)
1º Lugar – Adriano Henrique Pinheiro / Cleyton Araújo Pinheiro (carro 70)
2º Lugar – Reginaldo Valim Ramos / Adriana Barboza Tabisz Valim (carro 28)
3º Lugar – Marco Aurélio Ritzmann Feij / Carlos Do Rocio Laurindo (carro 47)
4º Lugar – Emerson Luiz Chiesse da Silva / Luiz Felipe Chiesse da Silva (carro 19)
5º Lugar – Fabio de Araújo Battagli / Ronie Wienter da Silva (carro 33)
PEUGEOT DO BRASIL
Diretoria de Relações Externas / Imprensa
Maisa Salmi
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O mundo está mais dividido hoje do que ontem. A parte mais olhada do corpo do ser chamado “umano” é o umbigo.
A “umanidade” pensa em se desvencilhar de hábitos que foram adquiridos recentemente, com o incentivo das situações cotidianas, mas não consegue.
Mas, alguns perguntam: Ela tenta? Resposta subjetiva. Cada “artista” tem sua fala e o espetáculo não pode parar. Qual espetáculo? O da evasão? Felizmente eu ainda consigo ouvir o barulho da chuva, mesmo com interferências do mundo moderno. Mundo moderno ou o povinho desgraçado que o habita? Questão não muito difícil de responder, mas que em casos, leva-se tempo até que a resposta surja nas entranhas do cérebro.
O ser chamado “umano” é mesmo de arrepiar. Para o mal e para o bem. Porém, a fé se apresenta em sinais felizes e o distanciamento de tal sentimento é o que provoca palpitação nos corações dos mais avisados, já que os menos esclarecidos estão esperando a hora do juízo final. E que hora será esta? No relógio mais caro ou naquele oferecido pelos camelôs na 25 de março não tem nada escrito. Gravado está no “chip” de cada um, desde o nascimento e não há ferramenta que o retire.
O que poderia amenizar a situação, não é conselho, pois detesto prestar tal desserviço, seria buscar do fundo d’alma, isso todos tem, mas pouco a usam, a liquidez, palavra tão em moda ultimamente, de seus sentimentos. Se não pode ajudar, porque tem que atrapalhar.
Encher o saco com palavras que não acrescentam nada e que só contribuem para perturbar, não é o melhor remédio.
A falsidade ideológica que enfrentamos em nosso dia-a-dia precisa ser combatida com um escudo de boas ações. A carapaça dos que nos cercam, fazendo propaganda do melhor elixir, até da juventude, é dura, mas tem jeito de ser quebrada. Atrás dela, ainda repousa a máscara, que também é entrave, É só mais um desafio que a vida nos apresenta e que com aquele jeitinho, cai, deixando a mostra o semblante da irresponsabilidade, com grandes doses de maldade. Podem comentar que o Orestes está triste. Será? Se tivesse, não teria vontade de escrever nem o título deste artiguete. Para alinhar a órbita dos planetas é preciso que todos os dias,seria de bom alvitre olhar, todos os dias, para os dois sóis que existem dentro de nós.
Orestes Moquenco
orestescm@hotmail.com
Ricardo Barra e Ronald Leis travaram uma acirrada disputa na última etapa da Copa Troller Sudeste, e encerraram o dia entre as dez melhores equipes da competição.
A última etapa da Copa Troller proporcionou uma competição extremamente acirrada. O roteiro foi muito bonito e rendeu belas imagens, transcrevendo um pouco da adrenalina dos participantes. Foto: Doni Castilho/Dfotos
A população da estância turística de São Pedro, interior de São Paulo, recebeu ontem, dia 29 de novembro, as 136 duplas que formaram o grid da 5ª e última etapa da Copa Troller Sudeste 2008 – um dos ralis de regularidades mais importantes do Brasil, que reúne grandes personalidades do meio.
Como o clima era de decisão (afinal, estava em jogo o título da temporada), estava nítida a euforia e a tensão entre os competidores. A disputa foi pra lá de eletrizante, e mesmo sem condições de brigar pelo título, Ricardo Barra e Ronald Leis, da Niterói Rally Team, marcaram presença e engrossaram o pelotão das equipes que queriam vencer a etapa.
Foram necessárias cerca de 4 horas e 30 minutos para completar 140 quilômetros de prova, num roteiro que passou pelas regiões do “Alto da Serra” e pelas cidades de Itirapina, Ipeuna e Charqueada. Entre os obstáculos, uma bela travessia de rio (que rendeu imagens espetaculares), piso de areia e poucas pedras. Tudo isso sob um Sol forte que raiou por todo o dia, causando um desgaste maior aos participantes.
Segundo Leis, devido as “pegadinhas” que a organização elaborou nos trechos de canavial e reflorestamento de eucalipto, foi preciso muita atenção dos off-roaders. “A adrenalina esteve em alta do começo ao fim da prova. As referências de navegação eram curtas e as médias de velocidade que tínhamos que obedecer eram alteradas constantemente, e isso exigia raciocínio rápido do navegador e habilidade do piloto ao volante”, comentou o navegador.
Para Barra, as médias de velocidade estavam altas, necessitando conduzir o veículo com o motor em giro alto. “Precisamos tomar muito cuidado para não perder a rotação e não deixar o rendimento cair”, completou. O resultado de tanta disposição foi nono lugar da Graduados, que contou com a participação de 44 equipes. “Deixamos para trás 35 carros, e isso é muito significativo. Temos que levar em consideração que participamos de uma final, onde nossos principais adversários foram para o ‘tudo ou nada’. A diferença de pontos entre os primeiros colocados foi extremamente pequena”, enfatizou o piloto.
O resultado da etapa provou o quanto o rali foi acirrado: na Graduados, a dupla Marcos Bortoluz e Marcelo Bortoluz venceram com 81 pontos perdidos, apenas seis pontos a frente de Roque Veviurka e Alberto Minski Júnior. Em terceiro lugar ficaram os irmãos Alfredo e Camilo Turcato, com 96 pontos. Na Turismo, venceram Wilson Rodrigues e Eduardo Pereira, seguidos por Ednilson Borguezani e Claudia Borguezani, e Silnei Franceschi e Agda Arsuffi.
Na soma total do campeonato, Veviurka e Minsky sagraram-se os campeões da temporada na Graduados, e na Turismo, os vitoriosos foram Ednilson e Claudia Borguezani.
A Niterói Rally Team é patrocinada por Cerveja Itaipava, Armco Staco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Niterói Rally Team
Isis Moretti
Fernanda Dalpra
jornalismo@rapidnet.com.br
LEONARDO CORDEIRO TERMINA A TEMPORADA NO PÓDIO
Em um fim de ano dos melhores, Leonardo Cordeiro chegou em terceiro, na 18ª e última etapa do Sul-Americano de F-3, disputada no autódromo de Interlagos (SP). Foto: Fernanda Freixosa
A vitória, de ponta a ponta, foi de Denis Navarro. O título foi conquistado por Nelson Merlo, o segundo a cruzar a linha de chegada. “É muito bom terminar uma temporada com bons resultados e no pódio”, festejou Leonardo. Além de ter vencido a corrida de Curitiba, na rodada anterior, Leonardo conquistou também um prêmio de R$ 100 mil, na quarta-feira, por ter vencido a final da Seletiva de Kart Petrobras.
O título de 2009 foi definido logo na terceira volta, quando Pedro Enrique, o único que ainda brigava pelo campeonato com Merlo, abandonou, depois de passar direto na Curva da Junção, com acelerador travado. Na largada, Leonardo Cordeiro, terceiro do grid, foi superado por Leonardo Otero. Mas não demorou para o representante de São José dos Campos recuperar a posição. Depois da ultrapassagem, ele partiu para cima de Merlo e encurtou a distância. Mas, já com o título assegurado e sem nada a perder, o paulista não deixou brechas.
A performance de Leonardo Cordeiro foi das melhores do campeonato. Ele dividiu com Navarro o título de mais veloz da temporada, com cinco melhores voltas para cada um. O mais jovem piloto da competição também conquistou cinco poles, uma a menos que Navarro, o que mais vezes largou na posição de honra. “Os resultados foram bons. Estou preparado para o passo seguinte”, finalizou o piloto que pretende competir no exterior em 2009.
Resultado 18ª etapa do Sul-Americano de F-3
1º) Denis Navarro (Bra), 19 voltas em 30:34.211 (média de 160.68 km/h)
2º) Nelson Merlo (Bra), a 2.490
3º) Leonardo Cordeiro (Bra), a 4.541
4º) Leonardo de Souza (Bra), a 18.364
5º) Leonardo Otero (Bra), a 20.017
6º) Werner Neugebauer (Bra), a 20.255
7º) Nilton Molina (Bra), a 27.988
8º) Fernando Galera (Bra), a 1 volta
9º) Yann Cunha (Bra), a 1 volta
10º) Paulo Meyer (Bra), a 2 voltas
11º) Renan Bussieri (Bra), a 11 voltas
12º) Pedro Nunes (Bra), a 16 voltas
Os 10 primeiros do campeonato
1- Nelson Merlo – 128 pontos
2- Pedro Enrique – 112 pontos
3- Denis Navarro – 105 pontos
4- Leonardo Cordeiro – 74 pontos
5- Leonardo Otero – 44 pontos
6- Werner Neugebauer – 38
7- Fernando Galera – 28
8- Lú Boesel – 24
9- Leonardo de Souza – 24
10- Lucílio Baumer – 16
Leonardo Cordeiro é patrocinado por: Minoica/Global Logistic/Lecor/Conexão FGV/Página/Valeparaibano.
Exclusive Comunicação
Jorge Velloso
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Tel: (21) 2224-1687
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FERNANDO GALERA TEM PROBLEMAS E ABANDONA A UMA VOLTA DO FIM.
O paulista Nelson Merlo (RC3 Bassani) é o campeão da temporada 2008 da Fórmula 3 Sul-Americana.
Ele assegurou o título com um segundo lugar na 18ª e última etapa do campeonato, disputada neste domingo (30/11), no Autódromo de Interlagos. O paulista Fernando Galera teve problemas mecânicos e abandonou a prova a uma volta do fim, quando ocupava a sexta colocação. “O carro estava muito bem acertado, com uma estabilidade muito boa, mas infelizmente meu câmbio quebrou e eu não pude chegar ao final”, explica o piloto de 30 anos. A vitória ficou com Denis Navarro (Cesário Fórmula).
Durante todo o fim de semana Fernando Galera elogiou o comportamento do carro. A única dificuldade encontrada foi a falta de potência no motor, que era de seis a sete quilômetros por hora mais lento do que os adversários. “Nós arriscamos uma nova relação de marchas para a corrida de hoje, tentando corrigir isso”, conta. No entanto, a mudança não deu resultados. “O contorno de curvas e arranque do carro era bom, mas continuamos sem velocidade final de reta. Não tinha como fazer ultrapassagens”, alega o piloto da Bassan Motorsport.
Galera terminou o campeonato na sétima colocação, mesmo tendo ficado de fora de seis etapas da temporada. “Eu comecei a temporada numa equipe e terminei em outra. Para ter sucesso é muito importante o desenvolvimento do carro e a interação com o time durante todo o ano”, ressalta. No entanto ele vê com bons olhos a recém parceria com o engenheiro Eduardo Bassan. “Existe um grande potencial para trabalhar com a equipe e desenvolvermos todos os aspectos envolvidos na competição”, conclui.
Eduardo Bassan também ficou contente com os resultados obtidos nas quatro corridas que trabalhou com Galera. “No final das contas, foi bom. Foi tudo corrido. A presença do Galera só foi confirmada na semana dessas duas últimas rodadas. Dentro dessa limitação, acho que fizemos um bom trabalho para ele”, fala o engenheiro da Bassan Motorsport.
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Do design ao sistema de alimentação, tudo mudou na sétima geração da motocicleta mais vendida do Brasil.
A Honda CG 150 Titan evoluiu. Seu incontestável sucesso em vendas – foram 5,2 milhões de unidades comercializadas desde seu lançamento, em 1976 – não fez com que a Honda se acomodasse. Aos 32 anos e em sua sétima geração, a motocicleta mais vendida do Brasil amadureceu e agora chega ao mercado totalmente renovada.
Uma das inovações mais esperadas se tornou realidade: a incorporação do sistema de injeção eletrônica (PGM-FI). A tecnologia, que pela primeira vez equipa uma motocicleta da categoria Utility no Brasil, garante economia de combustível, desempenho mais linear e reduzida emissão de poluentes.
Quando o assunto é design, o novo modelo é ousado e inovador. Inspirado em motocicletas naked de maior cilindrada como a Honda CB 600F Hornet, está com um visual mais moderno e esportivo. Lateral e motor formando um conjunto uniforme, piscas integrados tanto na dianteira quanto na traseira e tanque com linhas harmoniosas são alguns dos destaques do novo desenho.
O chassi foi redimensionado e ficou mais leve. Além de possuir toda a rigidez necessária, oferece maior agilidade em manobras urbanas.
Disponível nas cores preta, vermelha, prata metálica e azul metálica, a CG 150 Titan 2009 chega às concessionárias de todo o Brasil em três versões: KS, com partida a pedal; ES, com partida elétrica; e ESD, com partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões (e não apenas um, como no modelo anterior).
Revolução a olhos vistos
Atendendo aos anseios do público que busca design marcante, com traços herdados dos modelos de maior cilindrada, a CG 150 Titan foi completamente remodelada. Seu novo desenho, segue a tendência da street naked CB 600F Hornet, que traduz a combinação perfeita entre robustez e leveza.
No modelo 2009, toda a força foi concentrada na parte frontal. O farol redondo foi substituído por uma carenagem moderna e linhas marcantes, que confere ao modelo grande inovação. Os novos piscas integrados ao farol, além de proporcionarem uma identidade visual impactante e única, contribuem com a segurança na sinalização, uma vez podem ser mais facilmente visualizados no trânsito. Graças ao novo formato do refletor multifocal e ao farol com lâmpadas de 35/35W, a iluminação é mais eficiente e com maior área de alcance.
Ainda na dianteira, o painel de instrumentos está integrado à carenagem frontal, conferindo ainda mais modernidade ao modelo. Foi fixado na suspensão dianteira, contribuindo para uma melhor maneabilidade e redução de peso do conjunto. Conta com velocímetro, luzes indicadoras de direção, farol alto e neutro, marcador de combustível, hodômetro total e parcial (este último apenas na versão ESD). Além disso, agora dispõe de luz de diagnóstico da injeção eletrônica.
Na traseira, o conjunto óptico também ganhou nova configuração. Os piscas estão integrados à lanterna e contam com lentes fumê, que contribuem com o apelo moderno e esportivo do novo modelo. Para completar, o refletor interno multifocal garante melhor visibilidade e ainda mais segurança.
O tanque, mais robusto com linhas esportivas e mais harmoniosas, tem maior capacidade: 16,1 litros, ante 14 litros da versão anterior. Além de proporcionar maior autonomia, agora conta com uma chapa interna revestida com tratamento zinco-níquel, que evita a oxidação do combustível. Seu novo desenho, que acompanha a tendência inovadora do modelo 2009, confere mais conforto ao piloto, uma vez que possibilita melhor encaixe de suas pernas durante a pilotagem.
O escapamento em aço inoxidável é pintado na cor preta para suportar as altas temperaturas. O protetor, com acabamento cromado, possibilita a cobertura de quase toda a superfície do escape e evita contato com as pernas e pés do piloto, conferindo mais elegância ao modelo.
A rabeta e as tampas laterais possuem pintura na cor prata fosco metálica, transmitindo a sensação de esportividade e tecnologia. Os novos grafismos – com logotipos “Wing Mark” no tanque, “Titan” na tampa lateral e a inscrição “Fuel Injection” na rabeta – transmitem nítida diferenciação, completando o desenho da motocicleta.
Novo chassi: leveza e agilidade
A CG 150 Titan 2009 está mais leve: o conjunto frontal, formado por farol e painel, perdeu 700 gramas e o novo chassi ficou 600 gramas mais leve. A versão KS passou de 118 kg para 115,9 kg, enquanto as versões ES e ESD, antes com 119 kg e 121 kg, agora têm 116,9 kg e 119,4 kg, respectivamente.
O chassi do tipo diamond estampado, com novos ajustes de rigidez, oferece maior resistência a torções, contribui com a maneabilidade e possibilita maior controle da motocicleta. Além disso, as bengalas estão mais próximas – 10mm em relação ao chassi. A soma desses fatores gera melhor ciclística e dirigibilidade, mais agilidade em manobras urbanas e estabilidade em velocidades elevadas.
A posição de pilotagem permite ótimo posicionamento, evitando a fadiga principalmente em longos percursos. Para contribuir ainda mais com o conforto, o novo assento, em dois níveis, está com melhor ergonomia e acomodação tanto do piloto (principalmente das pernas em relação ao tanque) quanto do garupa. Para o passageiro, as melhorias nas alças laterais, mais altas e largas, proporcionam conforto e segurança.
A suspensão dianteira, formada por braço telescópico, tem curso de 130mm. Na traseira, o braço oscilante possui curso de 101mm. O conjunto, combinado aos amortecedores com cinco posições de regulagem da tensão da mola, proporciona conforto, progressividade e estabilidade, mesmo em pisos irregulares.
Os pneus, do tipo 80/100 – 18M/C 47P na dianteira e 90/90 – 18M/C 57P na traseira, garantem toda a aderência, segurança e conforto necessários para a pilotagem urbana do dia-a-dia. Na versão ESD, o pneu traseiro conta ainda com o sistema tuff-up. A tecnologia, desenvolvida e utilizada exclusivamente pela Honda, funciona da seguinte maneira: em caso de perfuração do pneu traseiro, um líquido especial selado à câmara de ar desloca-se rapidamente ao ponto danificado, vedando o orifício e retardando a redução da pressão interna. Assim, o motociclista ganha tempo para providenciar seu reparo.
A total segurança é assegurada pelo eficiente sistema de freios. Na dianteira, tambor com 130 mm de diâmetro garante frenagem eficiente para as versões KS e ES. Já a versão ESD dispõe de freio dianteiro a disco, com 240 mm de diâmetro, e novo cáliper de dois pistões. Na traseira, todas as versões contam com freio a tambor com 130 mm de diâmetro.
Outro item de segurança presente no modelo é o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição). A novidade fica por conta da integração entre chave de ignição e shutter-key em uma única peça. Assim, evita-se a perda de um dos componentes, o que significa maior comodidade e praticidade ao motociclista.
Economia, desempenho e respeito ao ambiente
O moderno e consagrado motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancim roletado, agora é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A tecnologia faz com que o novo modelo se enquadre, com níveis bem abaixo dos limites estabelecidos pela terceira fase do Promot (Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), previsto para entrar em vigor em janeiro de 2009.
Aliados ao novo sistema de alimentação, catalisador e sensor de oxigênio também foram instalados para auxiliar a redução das emissões de gases poluentes. Com relação ao CO (monóxido de carbono), o novo modelo está 64% menos poluente que o limite proposto pelo Promot: enquanto o máximo permitido é de 2,0 g/km, o novo modelo gera apenas 0,719 g/km. Quanto à produção de óxido de nitrogênio (NOx), a diferença é ainda mais marcante: 66% a menos que o estabelecido (0,051 g/km frente à norma de 0,15 g/km). Por fim, a emissão de hidrocarbonetos, que pode chegar a um máximo de 0,8 g/km, é de apenas 0,161 g/km (79% a menos que o permitido).
A adoção do sistema de injeção eletrônica PGM-FI reforça o pioneirismo do modelo – primeiro da categoria Utility a contar com tal tecnologia. Além de contribuir com a preservação do meio ambiente, o novo sistema gera respostas mais imediatas ao comando do acelerador, em qualquer situação de uso, e resulta em acelerações mais progressivas e lineares. Outro ponto positivo é a economia de combustível: a nova CG 150 Titan ficou 8,5% mais econômica.
Tanto o torque máximo (1,32 kgf.m a 7.000 rpm) quanto a potência (14,2 cv a 8.500 rpm) agora são atingidos em faixas de rotação mais elevadas. Essa ampliação da faixa de utilização significa maior elasticidade do motor, que apresenta mais fôlego em alto giro e consegue gerar maior torque e potência em baixas rotações.
O câmbio de cinco velocidades teve a quarta e quinta marchas alteradas, mudanças que resultam em um melhor aproveitamento do motor. A CG 150 Titan 2009 traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção, garantindo ao usuário partidas mais rápidas e eficientes nas versões com partida elétrica (ES e ESD).
A CG 150 Titan 2009 estará disponível até o final de dezembro nas mais de 690 concessionárias distribuídas por todo o Brasil, ao preço público sugerido de R$ 6.040,00 para a versão KS, R$ 6.590,00 para a versão ES e R$ 6.990,00 para a versão ESD (base Estado de São Paulo e com os custos de frete e seguro não inclusos).
Desenvolvimento constante
A linha CG nasceu em 1976. Com motor 125 cm3, o primeiro modelo foi batizado de CG 125 e tinha como proposta oferecer desempenho, durabilidade e agilidade, tanto na locomoção quanto no lazer. Em 1978, sofreu modificações em sua suspensão, com a instalação de garfo com amortecedores com molas internas (também conhecido como Ceriani). Em 1981, ainda em sua primeira geração, chegou ao mercado a CG 125 movida a álcool – modelo que não faz parte da linha atual da Honda.
A segunda geração foi lançada no mercado em 1983. Alterações visuais a tornaram mais encorpada, com tanque com capacidade para 12 litros e traços retos. O carburador recebeu sistema Ecco de injeção de combustível, a distância entre eixos aumentou e o sistema elétrico passou de seis para 12 volts. Além disso, o diâmetro do freio dianteiro aumentou de 110 mm para 130 mm, a relação secundária ficou mais longa (foi de 15/38 para 14/43) e o pneu dianteiro passou a ser mais largo.
Em 1985, o câmbio de quatro velocidades ganhou a quinta marcha. O novo escalonamento proporcionou melhor aproveitamento da potência do motor. Além disso, o farol passou a ser retangular e incorporou-se um pára-lama dianteiro em plástico injetado, na cor da motocicleta.
Três anos depois, a Honda apresentou ao público brasileiro a versão para uso profissional: a CG 125 Cargo. Com banco individual e mais largo, contava com bagageiro projetado para receber a instalação de baú. Para isso, chassi e roda traseira foram reforçados, enquanto a suspensão dianteira passou a ser regulável e o braço oscilante foi alongado, aumentando a distância entre eixos do conjunto.
A terceira geração chegou em 1989, com o lançamento da CG 125 Today. Grandes alterações visuais no painel e no banco, além de rabeta com estilo inovador, foram algumas das mudanças que marcaram o modelo. A balança da suspensão traseira ganhou mais 35 mm de comprimento, os dois amortecedores traseiros tornaram-se reguláveis em cinco posições e o quadro da motocicleta foi reforçado.
Em 1991, a terceira geração recebeu 69 alterações no motor e 74 no chassi. As novidades resultaram em aumento da potência em ampla faixa de rotação, economia de combustível, reduzido nível de ruído e baixa manutenção, além de maior rigidez estrutural. Adoção do sistema CDI (Ignição por Descarga Capacitiva), pistão mais leve e manoplas em borracha ao invés de PVC foram algumas das principais alterações.
A quarta geração chegou em 1994, já com a nomenclatura CG 125 Titan. Mudanças no design e cerca de 90 alterações técnicas aperfeiçoaram o modelo que já era, à época, sucesso em vendas. Até aquele ano, já haviam sido comercializadas 247.195 unidades. Comandos elétricos em novos desenhos (interruptores, farol sinalizador e buzina), incorporação de alças traseiras nas laterais, cabo do freio dianteiro mais robusto e rígido, braço do freio traseiro maior e mais macio, tanque com formas arredondadas e em harmonia com o assento foram algumas das principais alterações colocadas em prática.
Em 2000, foi apresentada a quinta geração da CG 125 Titan, que passou a ser dividida em duas versões: KS (partida a pedal e freios a tambor) e ES (partida elétrica, freio dianteiro a disco e pedal de apoio do garupa fixado ao chassi). Farol multireflex, painel com marcador de combustível, chassi estampado e bateria selada, tanque com maior capacidade e sistema tuff-up foram as principais alterações desta quinta geração. Em 2002, a Honda lançou a versão intermediária da CG 125 Titan: a KSE, com partida elétrica e freios a tambor.
Na sexta geração, lançada em 2004, a Titan ganhou motor com 150 cm3 e passou a chamar-se CG 150 Titan. Mais econômica, ágil e durável, teve seu design renovado, para acompanhar as mais modernas tendências mundiais.
Após 32 anos de evolução e desenvolvimento constante, a CG 150 Titan, agora em sua sétima geração, mantém sua proposta inicial de oferecer a relação custo-benefício mais vantajosa para seus usuários. Atende às expectativas de seu público, que busca um modelo versátil, prático, confiável e durável, com baixa e fácil manutenção, ideal tanto para uso na locomoção diária, no lazer e como ferramenta de trabalho.
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HONDA CG 125 FAN DE ALMA RENOVADA
Mais moderno, forte e econômico, modelo 2009 vem equipado com o consagrado motor OHC
e ganha versatilidade com duas diferentes versões.
A caçula da família CG cresceu em força e desempenho. Seu motor foi totalmente redesenhado e agora tem configuração OHC (Over Head Camshaft), em substituição ao formato anterior OHV (Over Head Valves). Tradicional e confiável, o propulsor com comando de válvulas no cabeçote é utilizado na Honda CG 150 Titan desde 2004 e já provou ao público brasileiro toda sua resistência e durabilidade.
Versátil, a CG 125 Fan agora possui duas versões: KS (com partida a pedal) e ES (com partida elétrica). O lançamento desta última faz parte do esforço da Honda em satisfazer as necessidades dos mais variados tipos de consumidor e, assim, conquistar novos nichos de mercado.
Novo chassi que garante rigidez e agilidade em manobras urbanas, design moderno do tanque, rabeta e tampas laterais, formato do assento redesenhado para acomodar melhor tanto piloto quanto garupa, reduzida emissão de gases poluentes e maior economia de combustível são algumas das demais alterações que marcam o modelo 2009.
Motor OHC: modernidade e tradição
O novo propulsor da CG 125 Fan reúne modernidade e tradição, características que, à primeira vista, podem parecer opostas. Isso porque a atual configuração OHC (Over Head Camshaft) é mais atual e tecnologicamente superior à antiga OHV (Over Head Valves). Ao mesmo tempo, o motor com comando de válvulas no cabeçote já comprovou sua eficiência, resistência e alto desempenho.
Resultado de uma série de inovações, evoluiu atingindo o nível de durabilidade dos motores OHV. Utilizado em diversos modelos do line up da Honda, conquistou a confiança do consumidor. Vale destacar que a moderna geração dos motores OHC atende com folga as rígidas normas de controle e emissão de poluentes, além de oferecer mais economia de combustível.
Com 124,7 cm3, monocilíndrico, quatro tempos e arrefecido a ar, o motor OHC com comando de válvulas e balancim roletado proporciona movimento mais preciso e suave das válvulas, resultando em menos perdas por atrito e menor desgaste das partes internas móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade. Além disso, é possível um menor nível de vibração quando comparado ao modelo anterior, mesmo com a ausência de balanceiro.
O conjunto conta também com um catalisador de 300 cel/pol2, localizado em ponto estratégico da curva da saída do escape. Esse sistema, aliado ao novo propulsor, faz com que o modelo 2009 da CG 125 Fan atenda com folga às novas normas estabelecidas pela terceira fase do Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), prevista para entrar em vigor em janeiro de 2009.
Segundo a nova legislação, as emissões de CO (monóxido de carbono) não podem superar os 2,0 g/km, enquanto a geração de hidrocarbonetos deve ser de, no máximo, 0,8 g/km e a produção de óxido de nitrogênio não pode ultrapassar 0,15 g/km. A CG 125 Fan, por sua vez, emite esses gases em níveis bem abaixo do máximo estabelecido: 0,648 g/km de CO (67,6% a menos), 0,189 g/km de hidrocarbonetos (76,3%) e 0,074 g/km de NOx (50,6%).
Alimentado por carburador do tipo PD, com 22,26 mm de diâmetro do Venturi, motor da CG 125 Fan gera potência máxima de 11,6 cv a 8.250 rpm e torque de 1,06 kgf.m a 6.000 rpm. Os novos valores, que representam significativo aumento de torque e potência em baixas rotações, atendem melhor às necessidades dos usuários que desejam um veículo forte e de alto desempenho para uso urbano.
Além de ser menos poluente e mais forte, o novo modelo ganhou em economia. Quando comparada à sua versão anterior, a CG 125 Fan 2009 está 6,4% mais econômica – o que resulta em custo-benefício ainda mais vantajoso para seus proprietários.
Conforto e segurança para o dia-a-dia
O novo assento acomoda melhor tanto piloto quanto garupa devido às suas maiores dimensões e ao seu formato ergonômico. O tanque de combustível, com novo desenho e maior capacidade (15,1 litros contra 13,5 litros da versão 2008), possibilita melhor encaixe das pernas do piloto. Para o passageiro, as alças traseiras mais altas garantem uma viagem confortável e segura.
Com peso seco de 108,9 kg para a versão KS e 110 kg para a versão ES, a CG 125 Fan ganhou chassi igual ao da CG 150 Titan 2009. Do tipo diamond estampado, recebeu ajustes de rigidez e agora oferece maior resistência a torções, melhor ciclística e dirigibilidade, além de agilidade e estabilidade em manobras urbanas.
O conjunto de suspensões, com curso de 115 mm na dianteira e 82 mm na traseira, garante estabilidade e progressividade. Os pneus, do tipo 80/100 – 18 M/C 47P na dianteira e 90/90 18 M/C 57P na traseira, aliados aos amortecedores traseiros, permitem ajustes de acordo com o peso transportado, proporcionando maior equilíbrio. Para reforçar a segurança, os freios, a tambor com 130 mm de diâmetro tanto na dianteira quanto na traseira, asseguram eficiência e progressividade.
Dotadas de ignição CDI (Ignição por Descarga Capacitiva), a versão KS conta com partida a pedal, enquanto a ES possui partida elétrica. O modelo traz ainda transmissão de cinco velocidades e embreagem multidisco em banho de óleo, que oferece acionamento preciso e macio.
Robustez e beleza essencial
No quesito design, a nova CG 125 Fan ganhou novos tanque, assento e tampas laterais. A rabeta, exclusiva do modelo, recebe a mesma cor do tanque de combustível e transmite sensação de modernidade e valor.
Na dianteira, o conjunto óptico apresenta farol redondo com refletor multifocal e lâmpada de 35/35W, além de piscas com visual moderno. Na traseira, a modernidade fica por conta da lente com refletores integrados.
O painel de instrumentos conta com nova cor e grafismos. Velocímetro, hodômetro total, luzes indicadoras de neutro, direção e farol alto fornecem ao piloto as informações necessárias para uma pilotagem segura.
Para todos os públicos
Lançada em 2005, a CG 125 Fan criou o conceito chamado “Motocracia Honda” – expressão que simboliza a proposta da marca de democratizar o uso da motocicleta e tornar o mundo das duas rodas acessível a todos.
O desejo da Honda de conquistar novos adeptos é explicitado pelo nome “Fan”, que completa o nome da motocicleta e faz alusão à palavra “fã”, em português. O termo também remete ao adjetivo “fun”, em inglês, que reflete toda a diversão proporcionada ao se pilotar uma motocicleta Honda.
Com o modelo, a marca procura ampliar sua base de mercado e conquistar três nichos principais: o não usuário que deseja um veículo próprio para ter independência na locomoção; o proprietário de motocicleta usada que sonha em comprar um modelo zero-quilômetro, mas enfrenta dificuldades para adquiri-lo; e o profissional autônomo que utiliza a motocicleta como ferramenta de trabalho e precisa de um veículo resistente, durável e econômico.
Atributos como facilidade na pilotagem, confiabilidade, resistência, durabilidade, manutenção simples e alto valor de revenda possibilitaram a plena conquista desses novos consumidores. O fato pode ser comprovado pelos expressivos números de comercialização alcançados: em apenas quatro anos, foram vendidas mais de um milhão de unidades.
Agora, com o modelo 2009, a Honda procura aumentar ainda mais o número de admiradores da CG 125 Fan. Disponível em duas diferentes versões – KS, com partida a pedal, e ES, com partida elétrica –, encaixa-se às diferentes necessidades de cada consumidor.
Nas cores azul, vermelha e preta, a nova CG 125 Fan chega às concessionárias a um preço público sugerido de R$ 5.140,00 para a versão KS e R$ 5.590,00 para a versão ES (base Estado de São Paulo e com os custos de frete e seguro não inclusos).
Linkpress Assessoria e Comunicação
Ricardo Ghigonetto
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Sétima etapa incluiu uma visita de navio ao Rio Amazonas, em plena floresta tropical.
Caravana da Chevrolet Flexpedition Portos Abertos, em Parintins
Chevrolet Flexpedition no Rio Amazonas. Fotos de Pedro Danthas
Depois de seis meses visitando os principais portos marítimos, a Chevrolet Flexpedition Portos Abertos terminou a saga com uma viagem de navio pelo maior rio do planeta, o Amazonas, em plena floresta tropical.
Nessa etapa – a sétima e última da aventura que começou no dia 26 de maio de 2008, pelos portos do Sul do país – os jornalistas-expedicionários visitaram os portos fluviais de Vila do Conde, Belém, Santarém (todos no Pará), Manaus (AM) e Porto de Santana (AP).
Na última aventura da Chevrolet Flexpedition Portos Abertos, os participantes Nessa etapa – a sétima e última, que começou dia 26 de maio de 2008, pelos portos do sul do país, os jornalistas expedicionários visitaram os portos fluviais de Vila do Conde, Belém, Santarém (todos no Pará), Manaus (AM) e Porto de Santana (AP).
Na última aventura da expedição os participantes navegaram a bordo do Navio Rondônia, um navio catamarã, com dois cascos, desde Belém até Manaus. Foram cinco dias e cinco noites, de 19 a 24 de novembro de 2008, singrando os rios Guajará, Pará, Amazonas e Negro.
Desta última etapa também participou José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.
A serpente da floresta
Como uma serpente gigante, o rio Amazonas serpenteia no meio da imensidão da floresta Amazônica. O maior rio do mundo, em volume de água e em extensão (quase sete mil quilômetros), é impar, caudaloso. Possui um desnível de apenas 60 metros, com declividade pouco superior a um centímetro por quilômetro.
O volume de água é tão grande que, na época das chuvas, atinge 50 km de largura, e sua foz - ao contrário dos outros rios - consegue empurrar a água do mar por muitos quilômetros e, a cada segundo, deságua no oceano Atlântico cerca de 180 milhões de litros de água.
A água doce invade o mar. Mas, mal a serpente vira as costas, o Atlântico revida e penetra o leito do rio. O Amazonas luta bravamente mas, não resiste. Durante a lua nova, na maré alta, o sal supera o doce. O choque entre as águas provoca ondas que podem alcançar até cinco metros de altura. O embate das águas tem uma força tão grande que é capaz de derrubar árvores e modificar o leito do rio. No dialeto indígena do baixo Amazonas o fenômeno da pororoca significa destruidor.
Embora a pororoca aconteça todos os dias, o período de maior intensidade no Brasil ocorre entre janeiro e maio e não é um fenômeno exclusivo do Amazonas. Pode ser presenciado nos estuários rasos de todos rios que desembocam no golfo amazônico e no rio Araguari, no litoral do Estado do Amapá, e também nos rios Sena (Paris) e Ganges (Índia).
A grande bacia fluvial do Amazonas possui um quinto da disponibilidade mundial de água doce e é envolvida pela maior floresta equatorial do mundo, correspondendo a um terço das reservas florestais da Terra.
A bordo do Rondônia
Nessa etapa fluvial, os jornalistas-expedicionários navegaram a bordo do Navio Rondônia, desde Belém até Manaus, singrando os rios Guajará, Pará, Amazonas e Negro.
O estado do Pará tem 146 municípios e a maior parte deles só é acessível pelos rios. Só esse estado amazônico tem 10 portos fluviais, cinco dos quais são chamados de “marítimos” porque dão acesso ao mar e recebem navios internacionais: Belém, Miramar, Outeiro, Vila do Conde e Santarém. E os fluviais que se situam no meio da floresta amazônica: Óbidos, Altamira, Itaituba, Marabá e São Francisco.
Desses, os mais importantes são Belém, Vila do Conde (que responde por 75% da movimentação de carga do estado) e Santarém. Antes de embarcar no Rodônia, a equipe da Flexpedition visitou os portos de Vila do Conde e de Belém.
Maior produtora de alumina do mundo
O primeiro-ministro do reino de Portugal, Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal, enviou seu irmão, Francisco Xavier Mendonça Furtado, para governar o Pará e o Maranhão. Para forçar os índios nativos a falarem o português, ele mandou trocar todos os nomes indígenas, da língua Nhangapi, para nomes portugueses e, a vila onde hoje se localiza o porto, virou Vila do Conde, nome que o porto também recebeu depois. Curiosamente, todas as ruas de Belém (antes chamada Nossa Senhora de Belém – nome português) têm nomes indígenas.
Apesar de novo, foi construído em 1984, o porto de Vila do Conde é o maior do estado do Pará. Na verdade, ele é considerado um complexo industrial e portuário, o Complexo Alumínico constituído pelas unidades da Alunorte – Alumina do Norte do Brasil S.A., Albrás – Alumínio Brasileiro S.A, Alubar – Alumínios de Barcarena S.A. e o pólo caulinífero, constituído pelas empresas Pará Pigmentos S.A e Imerys Rio Capim Caulim S.A.
Foi criado para dar vasão às grandes reservas de minério descobertas na região, aliadas ao potencial hidrelétrico dos rios da Amazônia. As regiões do rio Trombetas, nos municípios de Oriximiná e de Paragominas, na bacia do rio capim, têm uma das maiores minas de bauxita do mundo, que é transformada em alumina pela Alunorte, empresa de capital brasileiro e norueguês. São 6,6 milhões de toneladas de alumina por ano.
Um milhão desse produto vai para a Albrás, de capital brasileiro e japonês, que produz com essa alumina, 430 mil toneladas de alumínio. Para transformar a alumina em alumínio é necessária grande quantidade de energia, que exigiu a construção da barragem e da usina de Tucuruí, no rio Tocantins, que fornece energia elétrica com tarifa reduzida para esse complexo portuário.
O porto de Vila do Conde exporta 4,4 milhões de toneladas de alumina por ano, para Canadá, Estados Unidos, Noruega e China, além de alumínio para o Japão.
O complexo fica a 30 quilômetros de Belém, em linha reta. Pelo sistema misto rodo-fluvial está a 42 quilômetros de rodovia e mais nove quilômetros de via fluvial. Pela rodovia, sem utilizar o rio, são 170 quilômetros. Assim como todas as locomoções na região, a via fluvial é sempre mais curta.
Segundo o administrador do porto de Vila do Conde, Eduardo Passeto, vários fatores transformam o porto em uma eficiente ligação da região com o resto do mundo: como seu posicionamento geográfico, a grande extensão de frente acostável com seus sete berços de atracação, calado de 14 metros, fácil acesso marítimo, fluvial e rodoviário, ampla disponibilidade de áreas para expansão, reduzidos custos com manutenção e infra-estrutura (dragagem, balizamentos e cais) e a total integração entre porto e os municípios vizinhos:
“Agora, com as obras do PAC, vamos construir mais um píer, o 400; uma rampa roll-on roll-off; e alargar o píer 300. Com isso, vamos conseguir atender melhor à demanda atual e atrair novos clientes e produtos”, disse Pasetto.
Nessas obras serão investidos cerca de R$ 120 milhões. O porto ainda tem planos para construção de um segundo terminal portuário de uso múltiplo, que vai exigir investimentos de outros R$ 230 milhões, também do governo federal.
Em 2007, o porto movimentou 12 milhões de toneladas de produtos. Além de bauxita, alumina e alumínio, o porto recebe cargas diversas como óleo combustível, soda cáustica (que é utilizada na produção da alumina), carvão mineral, piche, fosfato e coque.
Uma curiosidade à parte, Vila do Conde exportou 3.120 búfalos para a Venezuela, em outubro de 2008. O Pará tem o maior rebanho de búfalos do país, ou cerca de 430 mil cabeças, concentradas principalmente nas regiões do Marajó e Baixo Amazonas. A Venezuela tem um rebanho de 200 mil cabeças e quer aumentar sua produção com essas matrizes brasileiras.
Longe do mar
Como quase tudo no Pará e na região da floresta Amazônica depende vitalmente dos rios, o Porto de Belém também fica fora e longe do mar. Foi inaugurado em 1909 – vai completar 100 anos – e está situado a uma distância de 120 Km do oceano Atlântico.
Fica na margem direita da baía de Guajará, que é formada pelos rios Moju, Guamá, Acará e Pará. É um porto abrigado, praticamente isento de ventos fortes. Na margem esquerda dessa baía se localiza a ilha das Onças com 19 Km de comprimento e uma série de ilhas menores.
O Porto de Belém tem uma his